Ontem assisti um documentário no canal GNT sobre o processo de criação e produção de certos perfumes, dentre eles o icônico Channel nº5, e um argumento de venda que eles usavam era que tais perfumes eram dispendiosos, e não caros, e que luxo não é o oposto de pobreza, mas sim, da vulgaridade. Concordo com os argumentos, mas ainda assim, existem pessoas que nem que fossem mergulhadas em toneis de perfume deixariam de ser vulgares e superficiais, pois ao contrário de Obelix, famoso personagen dos quadrinhos franceses, que caiu num caldeirão da formula mágica dos gauleses, o perfume não altera a natureza do usuário, somente o cheiro e, ainda assim, apenas momentaneamente.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
-
►
2010
(84)
-
►
Julho
(11)
- Ameaça
- Sinestesia?
- celular ao volante
- Delicadeza musical.
- Na teoria tudo é muito simples
- Umas quatro garrafas de vinho, uma longa conversa ...
- Israeli Soldiers Dancing
- Cicciolina dizia e Maradona concorda: De quatro é ...
- Hexa... era...
- Falling Skies: Veja as primeiras imagens da série ...
- Meus queridos monstros
-
►
Julho
(11)

2 comentários:
Muito boa observação. A essência interna não muda com a influência de uma outra externa.
Parabéns pelo blog. Muito bonito e tem conteúdo.
Muricy
Outra coisa; não deixe de assitir ao filme A Árvore. Parece com a imagem que vc usou.
Abração
Postar um comentário